MIME-Version: 1.0 Content-Location: file:///C:/9193A6AD/CDMAxGSM.htm Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Content-Type: text/html; charset="us-ascii" CDMA x GSM

CDMA x GSM

Segunda, 06 Setembro 2004

 

 

Antes de tudo, é necessário conhecer as três tecnologias de telefonia móvel digital adotadas pela UIT, e espalhadas p= elo mundo:

TDMA (Time Division Multiple A= ccess) – Acesso múltiplo por divisão de tempo significa qu= e a tecnologia quebra os bits e distribui-os em pequenos espaços de temp= o.

GSM (Global Standard Mobile) – Também baseado na divisão

de<= /span> tempo do TDMA, o GSM foi adot= ado como único sistema europeu

em<= /span> 1992, e se espalhou pelo mund= o pela padronização de

seus recursos avançados. Dominante na 2G, essa tecnologia não=

apresenta<= /span> um futuro muito atrativo para= a 3G devido sua divisão

temporal, inferior a divisão de código.

CDMA (Code Division Multiple A= ccess) &ndash; Acesso múltiplo

por= divisão de códi= go. Essa tecnologia codifica numericamente

os<= /span> bilhões de bits que representam nossa voz e dados e transmite-os

em<= /span> um conjunto de freqüências muito mais amplo e contínuo.

Esse modelo de acesso infinita= mente superior ao temporal é que

fez= a UIT (União Internaci= onal das Telecomunicações)

escolher o CDMA como tecnologia base p= ara a 3G.

Cada uma destas tecnologias te= m sua árvore evolutiva, confira

abaixo:

A mais notável diferença entre as tecnologias é o

SIM card (chip) do GSM. Trocar= de operadora, de número ou de aparelho<= /o:p>

independen= temente, armazenar contatos e impossibilitar a clonagem da

linha, parecia perfeito; tudo muito= bom até aqui. Mas o chip não é as

mil= maravilhas; quem utiliza duas linhas telefônicas já sentiu

o grande desgosto do esquema: desligar o telefone - tirar a proteção

da<= /span> bateria - tirar a bateria &ndash; tirar o chip &ndash; colocar outro

chip &ndash; recolocar a bater= ia &ndash; recolocar a proteção &ndash; ligar=

o telefone. Armazenar os contat= os no chip também não é exatamente

vantajoso<= /span>: não é poss&iac= ute;vel adicionar vários

núm= eros para um mesmo contato, ou ain= da adicionar fotos das pessoas

da<= /span> agenda. Hoje, ser roubado &ea= cute; muito mais fácil do que=

ter= o celular clonado, e o chip p= ode prejudicar nisso também.

Se um cliente pós &eacu= te; roubado ele simplesmente perde &ndash; além<= /span>

de<= /span> seu telefone - sua linha, seu cadastro, suas faturas, enfim, tudo.

 

Os serviços multim&iacu= te;dia do GSM são bastante avançados, é p= ossível

enviar texto, fotos, sons, e at&eacu= te; vídeos. Porém,

os<= /span> serviços são limitados a vários fatores. Nenhuma

MMS= de telefone para telefone pode ultrapassar 100Kbites no GSM, e mesmo

com= essa pequena quantidade de da= dos enviar um MMS demora, devido as

limita&cce= dil;ões de velocidades impostas pelo GPRS/EDGE.

 

O grande &ldquo;ponto&rdquo; a favor do GSM hoje é sua difusão

e compatibilidade. Qualquer gad= get que ofereça suporte à conexão

a internet suporta GPRS, e apes= ar do CDMA estar ganhando muito nesse

mercado também (peguemos por b= ase os palms: O Tungsten T3 e o

Zire 72 já oferecem sup= orte ao 1X, e mais do que isso, o TREO

600 oferece suporte apenas ao CDMA) o GSM ainda está em primeiro na compatibilidade.<= /span>

A princípio o GSM era a tecnologia mais vantajosa, pois era capaz

de<= /span> serviços avança= dos, como nenhuma outra tecnologia. O

detalhe da divisão temporal foi esquecido pela Europa, que adotou

apenas essa tecnologia em suas redes. Já países como EUA

e Brasil optaram pelas trê= ;s tecnologias.

{mosgoogle}<= /p>

 

Graças às pionei= ras operadoras brasileiras que hoje integram

a Join Venture Vivo, o Brasil f= oi um dos primeiros países a comercializar

a tecnologia CDMA 1XRTT, o prim= eiro passo para a 3G. Mais do que abrir

uma= grande porta para a terceira geração, o CDMA 1X oferece

capacidade= de voz seis vezes maior do qu= e as tecnologias temporais (TDMA

e GSM) e capacidade de dados três vezes maior do que seu concorrente

GPRS oferecido pelo GSM.<= /o:p>

 

Como resposta ao 1X e ultimo p= asso evolutivo de sua rede, o GSM apresenta

o EDGE, uma tecnologia de dados= com velocidade 38% superior ao até então

1X. Essa é a ultima tecnologia disponível para o GSM, mas

o 1X não chega nem perto= do limite do CDMA.

 

O CDMA 2000 1XRTT (nome integr= al do produto) ainda apresenta uma evolução

em<= /span> seu link de dados, o que lhe garante uma velocidade de acesso de 350Kbps,

cerca de 75% superior ao recé= ;m chegado EDGE. Como se não

bastasse, o CDMA vai além e apr= esenta três formatos de terceira

gera&ccedi= l;ão, são eles CDMA 2000 EV= -DO, CDMA 2000 EV-DV,

e WCDMA.

O EV-DO é o primeiro fo= rmato 3G e garante picos de conexão

de<= /span> 2,4Mbps. Essa tecnologia j&aa= cute; foi adotada nos EUA a mais de um

ano= e o impacto que o seu lançamento causou nas operadoras GSM

foi= surpreendente. Foram dezenas = de milhões de clientes GSM aderindo

a recém chegada vers&ati= lde;o do CDMA. Cerca de 99% dos clientes

de<= /span> dados das operados americanas= usam os serviços CDMA, número

que= antes da 3G era inferior a 40= %. No Brasil esse número promete

ser= ainda mais ensurdecedor; mais= de 97% do mercado de dados já é dominado

pelo CDMA mesmo antes do EV-DO! A pequena receita de dados das operadoras

GSM no Brasil deve não só diminuir, mas trazer com ela

preju&iacu= te;zos ainda maiores: a oferta de aparelhos e serviços

para o CDMA cresce em velocidades absurdas, enquanto no GSM praticamente

estacionar= am no tempo. A decisão da Eurotel &ndash; a gigante<= /p>

do<= /span> GSM na Europa &ndash; de implantar o CDMA na sua rede assumindo a

superiorid= ade desta tecnologia abalou ainda= mais a telefonia móvel.

Depois disso &ndash; e dos catastróficos desastres causados pelo

EV-DO &ndash; operadoras G= SM do mundo inteiro devem entrar com pedidos

ao<= /span> governo para acelerar a liberação das licenças

de<= /span> uso para o WCDMA, um formato especial de CDMA desenvolvido para ser

implantado= em um novo espectro pelas operadoras GSM, para que essas não

fossem excluídas do mundo e n= em obrigadas a abandonar a divisão

temporal &ndash; e todos os seus clientes dessa tecnologia &ndash; de

uma= hora para outra. As pró= ;prias brasileiras, TIM, Claro e Oi

TecnoMundo<= /span> : Sua dose certa de tecnologia=

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já<= /span> entraram com tais pedidos, mas seguindo exemplo do resto do

mundo, eles devem tardar a chegar.<= o:p>

 

Não há duvidas q= ue em pouco tempo as tecnologias temporais

serã= ;o abolidas dos grandes centros,= e já está comprovada

a excelência dos formatos= 3G do CDMA, mas não é só sua

velocidade= que está tornando o CD= MA tão adorado, e sim

seus novos e avançados serviços:

O MMS que já chegou a ser característica exclusiva do=

GSM, &eacu= te; um dos serviços mais utilizados na rede CDMA. O

envio de mensagens com fotos se popularizou e cresceu muito nessa rede

por= permitir o envio de toques polifônicos, que são muito

mais fáceis de serem adquir= idos através da tecnologia BREW&trade; do

CDMA. Outra característ= ica que cresce muito rápido no CDMA é a

víd= eo mensagem, quase esquecida pel= os usuários de GSM.

 

O serviço Wap 2.0 permi= te uma navegação na internet

móv= el muito mais elaborada e com im= agens coloridas. Apesar desse

servi&cced= il;o estar disponível para = o GSM, nenhuma operadora

GSM brasileira o oferece.=

 

O BREW&= ;trade;, funciona de forma similar ao Java oferecido pelas operadoras

GSM; porém, essa nova plataforma exclusiva do CDMA permite o download<= o:p>

de<= /span> aplicações maio= res, mais ricas e inteligentes, baseadas

em<= /span> várias linguagens (inc= luindo Java). É essa tecnologia

que= permite as operadoras CDMA te= r a disposição dos clientes

dezenas de centenas de aplicativos, m= ais de 1000% (não está sobrando

zeros não) em cima da operad= ora GSM com o segundo maior catálogo!

(Informação base= ada no mercado brasileiro).

 

IMAV. A internet móvel = de alta velocidade permite o acesso rápido

a informações, ho= je, em velocidades de até 144Kbps.

Em poucos = messes, com o EV-DO, essa velocidade chegará a até 2,4Mbps!

 

O AGPS é um formato de = GPS (Sistema de posicionamento global)

implantado= no CDMA. Esse recurso permite= ao cliente achar bares, restaurantes,

hoté= ;is ou outros estabelecimentos, e até outros celulares

(se estes autorizarem).

 

Multiconferência. Funcio= na como uma conversa a três muito<= /span>

mais avançada. É possível conversar com várias

dúz= ias de pessoas ao mesmo tempo, es= tejam elas pelo IM, celular,

fixo, PDA, etc. Com a entrada da Videoconferência no mercado de

port&aacut= e;teis, esse serviço aplica-se também.

 

A Videoconferência e o tão sonhado momento de falar e ver

em<= /span> tempo real de qualquer lugar.= Os formatos 3G do CDMA são mais

do<= /span> que capazes de realizar o mais avançado serviço proposto às

redes móveis.

Ainda que, independente de ser necessária a instalação

de<= /span> um novo espectro, as operador= as GSM também chegarão a

3G, as redes nativas CDMA t&ec= irc;m várias vantagens. Apesar do

WCDMA levar as operadoras GSM = a 3G, sua qualidade não é comparável

com= o EV-DO. Ambas as tecnologias atingem picos de 2,4Mbps, porém

enquanto o WCDMA oferece velocidade média de 384Kbps em qualquer

situa&cced= il;ão, o EV-DO oferece uma mé= ;dia de 800Kbps em

movimento<= /span>, e 1200kbps em terminais para= dos, mais que o triplo da banda

efetiva. Outra vantagem, é o E= V-DV, uma tecnologia muito parecida<= /p>

com= o EV-DO, porém com capacidades de voz absurdas, uma perfeita

intera&cce= dil;ão entre voz e dados e uma divisão em três

portadoras= , que garante um serviç= o com certeza de estabilidade &ndash; exclusivo

TecnoMundo<= /span> : Sua dose certa de tecnologia=

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para redes nativas.

 

Não que o GSM vá deixar de existir, longe disso. O CDMA é a

tecnologia= mais moderna, de maior potenc= ial e melhores perspectivas para

a telefonia celular, mas &eacut= e; também a que mantém um

maior custo de implantaç&ati= lde;o. Demorará a chegar o

tempo em que todo o mundo aderir&aa= cute; a uma única tecnologia,

afinal, não podemos esquecer = que boa parte do mundo ainda utiliza

nossos aparelhos TDMA de vári= os anos atrás, ou ainda nem

possui rede celular. O caso é outro. O GSM continuará sendo

mais barato e, ainda que inferior = ao CDMA, moderno.

O GSM não é atra= sado. Só perdeu seu posto de &ldquo;todo

poderoso&a= mp;rdquo;. Serviços muito parec= idos com os do CDMA como

fotomensag= em e videomensagem, Java para in= stalar programas, EDGE para

conex&atil= de;o de dados, wap 2.0, e uma ofer= ta de aparelhos que continuará promissora

por= mais alguns anos. O grande li= mite para o GSM é mesmo a fase

de<= /span> vídeo em tempo real. Simplesmente não existe um formato

de<= /span> GSM que seja capaz de fazer vídeo conferência, nem entre

dois telefones, quanto mais a multiconferência do CDMA.

 

A certeza de que o futuro &eac= ute; CDMA nós já temos, mas<= /span>

o melhor de tudo é saber= que esse futuro está a poucos

dias do Brasil.<= /p>

 

 

TEXTO 2 (quase a mesma cois= a)

 

C= DMA x GSM

<= span style=3D'mso-spacerun:yes'> 

<= span style=3D'mso-spacerun:yes'> 

L= onise Gerstner*

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<= span style=3D'mso-spacerun:yes'> 

<= span style=3D'mso-spacerun:yes'> Busca

Busque outras notícias no T= erra:

   <= /p>

 

 

No Brasil a tecnologia do momento em matéria de celulares é CDMA, certo? E lá estava eu discutindo com meu co= lega espanhol qual a melhor tecnologia: CDMA ou GSM... Ele me afirma (olhando o mundo a partir de seu umbigo espanhol) que GSM já domina o mercado. = E eu resolvi pesquisar um pouco o assunto, pois na minha cabeça de umbigo brasileiro o CDMA dominava. Procurei opiniões pela Internet e gostei muito do artigo que encontrei no clubedohardware (www.clubedohardware.com.br/cdma.html), que transcrevo parcialmente aqui, p= ara que aqueles que estão na dúvida entre as duas tecnologias.

CDMA: sigla para Code Division Multiple Access (Acesso múltiplo por divisão de código). Tanto os dados quanto= a voz são separados dos sinais por códigos, e depois são transmitidos em um amplo conjunto de freqüências. Assim, sobra m= ais espaço para a transferência de dados (esse foi um dos motivos = do CDMA ser a tecnologia mais indicada para o acesso ao 3G, que consiste em ac= esso a banda larga e troca de pesadas mensagens multimídias). 14% do merc= ado global pertence ao CDMA. Para a 3G, o CDMA escol= heu as tecnologias CDMA 1x EV-DO e EV-DV. Tem muitos usuários na Ási= a, sobretudo na Coréia.

 

GSM: sigla para Global System Mobile (sistema mó= ;vel global). Apesar de, no Brasil, ser vendida como "grande novidade", essa tecnologia é anterior ao CDMA (e também ao TDMA). Mas é bom lembrar que em momento algum isso significa que o GSM seja inferior ou mais atrasado que o CDMA. A facilidade de roaming e a dificulda= de de fraudes representam duas vantagens dessa tecnologia. É a tecnolog= ia mais usada, com 73% do mercado mundial e é na Europa o seu ponto glo= bal mais forte.

 

No Brasil, o mercado de GSM representa 28%; enquanto o= de CDMA abocanha 30%. A maioria ainda usa TDMA (41%), e ainda existem celulares AMPS (analógicos) ativos no País. Mas a curva de crescimento = do TDMA e do AMPS é praticamente nula, enquanto a do CDMA e, principalmente, a do GSM não param de subir. Gradualmente, o TDMA te= nde a desaparecer. E com o forte apelo comercial das "novas" operador= as, o número de usuários GSM deve ultrapassar o de CDMA logo, log= o.

 

Por isso, então, a disputa pela maior fatia de mercado entre GSM e CDMA (que no Brasil opera somente com a Vivo, a maior operadora do País). Assim, de um lado, o GSM diz que é melhor "porque tem chip, porque é a tecnologia mais usada no mundo, é mais segura e a mais avançada..."; de outro, o CDMA diz que é melhor porque "é a tecnologia 3G, tem a maior cobertura no Brasil, o GSM vai migrar para o CDMA e porque é a mais avançada..."

 

Mas, afinal, qual está certa? Essa discuss&atil= de;o deixou de ser técnica, e agora é apenas mercadológica.= Essa é a melhor forma de definir a briga travada entre essas duas tecnolo= gias de comunicação móvel. No início, o GSM realmente era superior. Tinha mais serviços, possibilitava maior troca de dado= s. Quando entrou no Brasil, fomentou o mercado, trazendo mais concorrênc= ia, o que resultou em mais serviços e maior usabilidade do celular, qued= a de preços e melhores aparelhos, só para citar algumas vantagens.=

 

Mas o CDMA, ameaçado pela "nova concorrência", se deu conta do potencial evolutivo de sua tecnol= ogia e tratou logo de correr atrás do prejuízo. Hoje, não dá para dizer que os serviços do GSM são melhores que = os do CDMA. Mensagens multimídia, vídeo no celular, acesso &agra= ve; Internet em alta velocidade, aparelhos com funções de câmera digital ou até mesmo de PDA... s&at= ilde;o características que vemos em operadoras de ambas as tecnologias. A n= ova tecnologia CDMA 1XRTT, uma prévia do que virá na 3G, inclusive traz melhor evolução que o EDGE, tecnologia de "início" de 3ª geração do GSM, permitin= do maiores velocidades.

 

Até mesmo a tal vantagem do SIM Card, que possi= bilita trocar de aparelho e manter a agenda, foi superada pela Vivo. O novo serviço da operadora, o Vivo Agenda, permite que suas informações sejam armazenadas em um banco de dados, o que pos= sibilita recuperar sua agenda telefônica mesmo se o celular for roubado (o que não é possível com o GSM, já que se o celular f= or roubado, o SIM Card vai junto).

 

Ou seja, hoje as duas tecnologias estão muito b= em equiparadas em termos de tecnologia, mas esse quadro não permanecer&= aacute; assim no futuro. Afinal, o campo evolutivo do CDMA é muito mais ampl= o e, por isso, em poucos anos será superior ao GSM. Isso significa que as operadoras de GSM vão desaparecer? Nada disso. Elas apenas vão migrar para uma tecnologia CDMA, e a briga vai continuar. Afinal, as operad= oras CDMA de hoje optaram pelo 1xEV-DO e 1XEV-DV para sua rede 3G. E as operador= as GSM optaram por uma tecnologia diferente, o WCDMA. E, apesar do uso de uma tecnologia CDMA, essas operadoras poderão continuar usando a rede GS= M de hoje. E os usuários não devem nem sentir a migraç&atil= de;o para a próxima geração. Não importa que tecnolo= gia escolherem.

 

AMPS: sigla para Advanced Mobile Phone Service (serviços avançados de telefones móveis). Sistema de celular analógico, mas ainda usado no Brasil por operadoras de Banda= A.

 

TDMA: sigla para Time Division Multiple Access (Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo). Divide os canais de freqüência e cada usuário usa um espaço de tempo específico, para impedir interferências. Ainda é o sist= ema celular mais usado não só no Brasil, como em toda a América Latina.

 

CDMA 1XRTT: tecnologia de segunda geraçã= o (na verdade, de 2,5G) que permite que os dados trafeguem em uma velocidade de até 144 kbps.

 

EDGE: sigla para Enhanced Data Rat= es for Global Evolution (algo como "taxas aperfeiçoadas de dados p= ara evolução global"). Tecnologia promovida pelas operadoras GSM. Antes de operarem com o WCDMA, o EDGE vai permitir acesso a voz e dados de 3ª Geração. Permite acesso em alta velocidade (384 kbps).

 

EV-DO: Como é conhecida a tecnologia de terceira geração CDMA 1xEV-DO. "EV" vem de evolution (evolução) e "DO" de data-only (somente dados). Usa= um segundo canal, de 1,25 MHz, somente para dados. Alguns países j&aacu= te; começaram a operá-la. Nos Estados Unidos, a Verizon lan&ccedi= l;ou o serviço neste ano. Ainda neste mês, a Sprint também d= eve começar a trabalhar com o EV-DO comercialmente. A tecnologia permite acesso à internet em alta velocidade (2,4 Mbps), seja através= de cartões de conexões sem fio para notebooks e PDAs, ou através dos próprios celulares. A Vivo está realiza= ndo testes comerciais do serviço.

 

EV-DV: Evolução do EV-DO, mas ainda está em desenvolvimento. "DV" vem de data-and-voice (dados= e voz). Usa o mesmo canal para trafegar dados e vo= z. A velocidade pode chegar a 5,2 Mbps.

 

WCDMA: Wideband CDMA. tecnologia de 3ª Geração que será adotada pelas operadoras GSM.= Sua versão européia é conhecida como UMTS (Universal Mobile Telecommunications System, ou Sistema de Telecomunicações Móveis Universal). Velocidades de até 2Mbps.